02 abril 2016

Dia Internacional do livro infantil



Hoje,  dia 2 de abril, comemora-se em todo o mundo o nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, autor de algumas das histórias para crianças mais lidas em todo o mundo.
A partir de 1967, esta data, por iniciativa do Conselho Internacional sobre Literatura para os Jovens (IBBY), que em Portugal é representada pela Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil (APPLIJ), passou a ser designado por Dia Internacional do Livro Infantil, chamando-se a atenção para a importância da leitura e para o papel fundamental dos livros na infância.
Para assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil 2016, a 2 de abril, a DGLAB (Direção-Geral do Livro , dos Arquivos e das Bibliotecas) , convidou o ilustrador Afonso Cruz para ser o autor da imagem do cartaz. 
 


A mensagem para este ano é da autoria de uma autora brasileira, Luciana Sandroni, e nela convivem a Branca de Neve, o Soldadinho de Chumbo, o Gato das Botas e a Menina dos Fósforos. Aproveita e lê-a, clicando no link que segue.

 



16 fevereiro 2016

Robertices com Arte

No dia 7 de fevereiro, a companhia AtrapAlharte mimou, de novo todos os que tiveram a oportunidade de, a convite da bibliotecas do Agrupamento Nuno de Santa Maria, poder assistir a mais uma das suas fantásticas representações. Desta vez, a peça apresentada, baseou-se na obra Robertices de Luísa Dacosta, que faz parte das Metas Curriculares de Português do 3º ano e, como escreve a autora nas primeiras páginas, " pretende recordar a tradição popular dos espetáculos de rua com os toscos robertos que tanto maravilharam crianças e adultos no tempo em que havia tempo para ter tempo e um dia sem escola podia ser uma eternidade".
À autora e à companhia AtrapAlharte os nossos parabéns!


Stilton en ação provoca grande emoção!

Que os nossos pequenos pequenos leitores gostem dos livros de Geronimo Stilton não causa emoção, mas vê-los vibrar com a presença da sua personagem preferida, isso sim, faz-nos transportar e mergulhar com eles nesse ambiente fantástico, do mundo da Ratázia.
Mais importante que a lembrança que receberam da mão do seu Geronimo foi o carimbautógrafo que lhes deu e sobretudo as palavras pessoais que a todos dirigiu em particular.



















Parabéns à editora e ao Geronimo! Obrigada também pelos livros que ofertou às bibliotecas do nosso agrupamento e à escola da Pedreira que, graças aos papás dos meninos e às suas professoras, puderam estar também neste encontro que decorreu no auditório da EBDNAP.

23 dezembro 2015

A estrela de prata

E a nossa prendinha é esta bela história de Natal de António Torrado

 

A estrela de prata

Numa árvore que eu cá sei – que nós sabemos – estão uma estrela de prata e uma bola de cristal.
— O que fazemos aqui? — perguntou a estrela.
— Estamos a enfeitar — respondeu a bola.
— O que é enfeitar? — perguntou a estrela.
— É fazer vista, ornamentar, alindar… — respondeu a bola de cristal.
Passou-se um tempo e a estrela perguntou de novo:
— Porque estamos a enfeitar?
— Porque esta árvore não é como as outras. Os frutos dela são raros. Aparecem um dia, luzem o seu quê, conforme sabem ou podem, e depois são colhidos e guardados, até para o ano.
A bola de cristal tinha muita experiência de outros Natais, ao passo que a estrela era nova, de prata fresca, e não sabia quase nada. Mas tinha ouvido falar que havia estrelas cadentes, estrelas que caem do céu e no céu desaparecem, num sopro de luz.
— Não serei uma dessas? — perguntou à bola.
— Talvez sejas, talvez não sejas… Mas não experimentes.
Passou-se um tempo mais, e a estrela guardou para si aquela ideia, uma ideia pequenina. “Não experimentes”, dissera-lhe a bola. E se experimentasse? Foi o que fez.
Caiu, num susto, mas como era leve, inocente e frágil, uma corrente de ar, vinda de uma porta aberta, algures, levou-a consigo.
Levou-a consigo e fê-la poisar, sem estrago, no fofo musgo.
— Olha, é a estrela da gruta — disse alguém que estava a armar o presépio.
E estrela do presépio ficou.
Donde estava, onde a puseram, via o presépio, os pastores, os reis magos, as lavadeiras com a trouxa à cabeça, as leiteiras com a bilha à cinta, os vagabundos, o moleiro, o azeiteiro e todo o povo do presépio e mais as pessoas de carne e osso, que vinham admirar aquela lindeza, sorrir para o Menino Jesus e olhar para a estrela, suspensa do alto da gruta.
Estrela de oito pontas que era, a apontar em todas as direcções, nem ela sabia para onde, brilhou imenso.
Brilhou o mais que pôde.
Para o ano, a estrela de prata já tem muito que contar à bola de cristal.
António Torrado

Boas Festas

Para todos os seguidores do  nosso blogue e, em especial, aos alunos, familiares, professoras e assistentes operacionais da escola EB 1 de Santo António, a biblioteca escolar deseja Boas Festas.

Feira do Livro

À semelhança do que aconteceu nas restantes bibliotecas do agrupamento, também na EB1 de Santo António decorreu uma feira do livro, numa parceria com a Papelaria Nova de Tomar.
Para além de ser uma forma de contribuir para incentivar hábitos de leitura, esta é também uma forma de os mais novos se familiarizarem com vários tipos de livros, ilustrações e autores.


Babushka na biblioteca da Santo António


A equipa da biblioteca da EB1 de Santo António decidiu apresentar este ano, Babushka, de Sandra Horn, um livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para apoio a projetos relacionados com o Natal na Educação Pré-Escolar, 1º e 2º anos.
Finda a apresentação todos deitaram mãos a obra e das suas mãozinhas nasceu um lindo menino Jesus que, deliciados, levaram para casa.



Se nunca leu esta encantadora história de Natal aqui fica a sinopse da obra:

Na casa de Babushka não se vê um grão de pó ou vestígio de sujidade: as janelas cheiram a lavado, o chão, os castiçais e o peitoril da janela brilham de asseio. Mas Babushka está tão preocupada com o pó e a sujidade, que não se apercebe do que de maravilhoso acontece à sua volta: a nova estrela que brilha no céu, o anjo pairando no seu jardim, a excitante notícia trazida pelos três Reis Magos que a vão visitar.
É então que Babushka tem um estranho sonho em que um anjo lhe anuncia cantando que um menino nasceu numa manjedoura. Babushka fica horrorizada só de pensar que o pobre bebé possa estar cheio de frio naquele estábulo. Decidida a oferecer-lhe a sua ajuda, depois de os Reis Magos terem partido, põe-se também a caminho, levando consigo um xaile para aquecer o bebé e uma cesta cheia de presentes. Mas na viagem encontra a mais diversa gente e depressa aprende uma valiosa lição.