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05 outubro 2011

5 de outubro, Implantação da República

O Leão

Todos chamavam ao Leão
o Rei dos animais.
Mas, um dia,
uma revolução
faz cair a monarquia
e os privilégios reais.

Veio a república e, então,
marcou-se logo a eleição
para eleger o Presidente.
O Leão, inteligente
e com manha,
concorre e ganha.

Só não perdoa
ter perdido a coroa.




Bichos diversos em versos,
Texto Editores, 2008.






Este pequeno poema retrata de forma divertida um momento importante da história do nosso país: a queda da monarquia e a implantação da república. 

Tudo aconteceu há 101 anos...

Para saber mais, podem consultar a mensagem publicada no nosso blogue aquando da Comemoração do Centenário da implantação da República em http://piscateca.blogspot.com/search/label/Hist%C3%B3ria%20de%20Portugal.

Na nossa biblioteca estão disponíveis dois livros muito interessantes:

Título: 7x1910
Autor: Margarida Fonseca Santos
Editora: Gailivro
Sinopse

7x 1910 Histórias da República é um conjunto de sete histórias cujas personagens principais, falando na primeira pessoa, são objectos carregados de simbologia: O Mapa Cor-de-Rosa é acusado de estar na origem do célebre Ultimatum de 1890 , um antecedente que terá contribuído para o assassinato de D. Carlos I e mais, tarde, para a implantação da República. A Bala que estava dentro da pistola do Almirante Cândido dos Reis que se suicidara, pensando que a revolução tinha falhado. Acompanhado por um ordenança, o diplomata alemão preocupado com a vida dos estrangeiros que residiam no Avenida Palace pega na Bandeira Branca e segue rumo ao Marquês de Pombal, onde se encontravam muitos Republicanos. Estes ao verem-no chegar com a bandeira branca, pensaram que a Monarquia se tinha rendido. A Coroa Real que vive despeitada porque nunca mais foi posta numa cabeça de rei ou rainha desde o tempo de D.João IV. O Navio de Guerra que quando disparou sobre os edifícios do Ministério teve a certeza de que minou a confiança dos militares que defendiam a Monarquia. O Iate Real D. Amélia que levaria o rei deposto D. Manuel II e toda a família real até Gibraltar, onde ficariam a salvo. A Varanda - Foi a partir da varanda da câmara Municipal de Lisboa, que José Relvas proclamou a República no dia 5 de Outubro de 1910. 



Título: Era uma vez a República
Autor: José Fanha
Editora: Gailivro

Sinopse
Será que sabemos o que é uma República? Qual é a diferença entre a República e a Monarquia? Quem concebeu O Mapa Cor-de-Rosa? Como é que nasceu o Hino Nacional? Como é que se escolheu a nova bandeira portuguesa? Quem é que era eleito para o Parlamento? O que é a Maçonaria? E a Carbonária? Porque é que assassinaram o rei D. Carlos? Quem foi Afonso Costa? Porque é que chamavam o Presidente-rei a Sidónio Pais? De uma forma bastante coloquial, José Fanha elabora um conjunto de textos sobre o 5 de Outubro de 1910, onde nos relata os antecedentes que levaram à implantação do regime republicano em Portugal. 

Eis um pequeno vídeo de apresentação desta última proposta.



Boas leituras!

04 outubro 2010

5 de Outubro - Comemoração do Centenário da Implantação da República

     No próximo dia 5 de Outubro de 2010 comemora-se o centenário da implantação da 1.ª República em Portugal.
 

     O 5 de Outubro de 1910 foi uma data muito importante, pois marcou o fim da Monarquia em Portugal. Nesse dia, na varanda dos Paços do Concelho (Câmara Municipal) de Lisboa, José Relvas proclamou a implantação da 1.ª República. 
     Muita coisa mudou...
     Portugal deixou de ser governado por um rei, dando lugar ao Presidente da República, eleito pelo povo.

     O primeiro Presidente da República eleito pelo povo foi um senhor chamado Manuel de Arriaga (de 24 de Agosto de 1911 a 29 de Maio de 1915).


Os Presidentes da República de 1910 a 2010



 Com a implantação da República, foram subsituídos os símbolos nacionais. Surgiu uma nova bandeira e um novo hino, aprovados em 21 de Agosto de 1911.

     O significado da bandeira nacional:

     O verde representa a esperança. O vermelho representa a coragem e o sangue derramado pelos portugueses em combate. Os 7 castelos simbolizam as localidades fortificadas que D. Afonso Henriques aos Mouros. As 5 quinas simbolizam os 5 reis mouros derrotados por D. Afonso Henriquesna batalha de Ourique. Os 5 pontos brancosdentro de cada quina representam as chagas de Cristo. A esfera armilar representa o mundo que os navegadores portugueses descobriram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e comércio.


     O hino nacional, "A Portuguesa", em substituição do Hino da Carta, hino nacional desde 1834 até 1910:


                 
  Letra de Henrique Lopes de Mendonça                 Música de Alfredo Keil.

O 5 de Outubro de 1910 trouxe muitas mudanças: uma nova bandeira, um novo hino, uma nova moeda, uma nova forma de governar, ...

     Para saber mais sobre a Implantação da República e as mudanças que ocorreram no nosso país, podem consultar as páginas abaixo indicadas.

     Páginas institucionais:
     http://www.centenariorepublica.pt/


     Recursos disponíveis:


10 junho 2010

10 de Junho - Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas celebra-se a 10 de Junho para assinalar a morte do nosso ilustre Luís Vaz de Camões falecido a 10 de Junho de 1580.


De 1933 até Abril de 1974, o regime de Salazar deu outro significado ao 10 de Junho que passou a ser celebrado como o Dia da Raça (raça lusitana ou dos portugueses), com o propósito de exaltar a originalidade da raça portuguesa.
Desde a Revolução dos Cravos, esta data voltou a ter o seu significado original. É um dia assinalado não só em Portugal, mas também pelo mundo fora entre as comunidades portuguesas a residir no estrangeiro.

Luís de Camões não é, como tu sabes, o único símbolo de Portugal. A nossa bandeira e o hino também representam a nossa nacionalidade.

A BANDEIRA
Com a instauração da República, um decreto da Assembleia Nacional constituinte datada de 19 de Junho de 1911, aprovou a bandeira nacional, que substituiu a bandeira da Monarquia Constitucional.

 

Conheces o significado da nossa bandeira?

O VERMELHO é a cor da força, da coragem e da alegria e faz lembrar o sangue derramado pelos portugueses nas batalhas em que participaram.
O VERDE é a cor da esperança e foi escolhida para consagrar a Revolta de 31 de Janeiro de 1891, onde esta cor deu a vitória aos portugueses.
O BRANCO, ao centro da bandeira, é a cor da simplicidade, da harmonia e da paz. Assinala também o ciclo épico das nossas descobertas marítimas.

A ESFERA ARMILAR era o emblema pessoal de D. Manuel I, e ficou desde então na heráldica (conjunto de emblemas; brasão) nacional. Encontra-se na bandeira aprovada pelo Regime Republicano em homenagem aos Descobrimentos.


O ESCUDO  DE ARMAS remete para a fundação da nacionalidade. As Quinas representam os 5 reis mouros que D. Afonso Henriques derrotou na Batalha de Ourique.

Os CASTELOS representam  as praças conquistadas aquando da fundação da nacionalidade.

Diverte-te a pintar a bandeira de Portugal!

 

O HINO NACIONAL
Sabias que a música foi composta por um senhor chamado Alfredo Keil e a letra é da autoria de Henrique Lopes de Mendonça?

Se quiseres ouvir o hino e, porque não..., cantar, clica neste endereço: http://www.heroisdomar.com/hino/


Para saberes mais sobre o 10 de Junho, o seu significado e sobre os símbolos de Portugal, podes consultar a página:  http://www.junior.te.pt/servlets/Rua?ID=209&P=Portugal

04 junho 2010

História de D. Nuno Álvares Pereira...

Não posso deixar de partilhar convosco uma linda história contada e ilustrada pelos meninos do Jardim de Infância de São Miguel (JI do nosso Agrupamento) com o apoio da educadora e que deu origem a um livro electrónico, "História de D. Nuno Álvares Pereira contada pelos meninos do Jardim de Infância de S. Miguel".

Myebook - História de D. Nuno Álvares Pereira - click here to open my ebook

D. Nuno Álvares Pereira foi um nobre e guerreiro português do século XIV que desempenhou um papel importante na história do nosso país. Para saberes mais sobre este importante cavaleiro, consulta as páginas:


D. Nuno Álvares Pereira